Sobre a origem

Setembro 30, 2008

De repente deu-se a idéia:
- Vamos fazer um blog! Precisamos registrar as merdas que falamos!!

e foi quase um big bang.

quase um big bang

Não demorou e veio uma afirmação carregada de preconceito:
- Será hospedado no WordPress!

Deu-se inicio à uma discussão:
- Não! Blogspot é muito melhor!
- Não, não, não! Tem que ser no WordPress.

E um terceiro indivíduo carregado de sarcasmo em sua voz interfere:
- Vrido, qual o motivo de sua convicção pelo WordPress?

[elitismo]

- BlogSpot é coisa de viadinho “miguxo” que tem diário pra falar como foi o dia pros “MiGuXiNHuNsSs”. É coisa de viado!

[/elitismo]

- Ei pô, eu tenho um blog lá… É melhor pra colocar AdSense!

- Para de pensar em dinheiro, porra!

- VIADO!

Há um mito de que, quem vos fala já teve blog pelas bandas de lá.

E só pra não esquecer…

- SEU VIADO!

vrido, semeando a discórdia no bueirando.


Post MacGyver… Ninguém sabe como um chiclete e um clipe dão origem a uma bomba atômica

Setembro 30, 2008

Encontro-me diante da máquina que denominamos computador, estou fazendo algumas das minhas atividades corriqueiras de trabalho, daí surge a indagação… Eu poderia bueirar, mas sobre o que falar? Nesse momento começo a refletir e não consigo imaginar absolutamente nada para postar nesse maldito blog. Entre um não pensar nada e um nada para falar surge a questão. “O que é necessário para manter um blog com posts freqüentes e interessantes”? That’s a good fucking question…

Um blog que baseia seu conteúdo em notícias é facilmente mantido, já que as mesmas surgem o tempo inteiro, ao blogueiro resta a “simples” tarefa de caçar e apresentar essas notícias.

Um outro blog que se baseia em bizarrices que surgem na internet, sem dúvida está ainda mais bem servido, afinal a quantidade de lixo gerado diariamente na internet é algo digno de admiração.

Blogs sobre temas filosóficos ou assuntos diversos são mais complicados, porque dependem do exercício criativo dos energúmenos que os mantêm. Apesar do grande bueiro não ser lá um blog filosófico, ou que faça análises profundas e confiáveis acerca do subconsciente humano, é um poço onde devemos despejar qualquer porcaria que nos venha a cabeça, o curioso é que isso deveria ser fácil. Mas acreditem caros ratos do bueiro, NÃO É! Basta ler este post em que conduzo você a perder bons minutos de sua vida prometendo algo que não vou cumprir. Não, eu não vou te contar o segredo para se ter sucesso com um blog.

Após o término de toda essa elucubração, gostaria de apresentar uma ferramenta extremante curiosa que descobri recentemente na gigantesca estação de esgoto que é a nossa querida internet (somos apenas uma parte desse imenso todo… apenas um humilde bueiro). E que ferramenta vem a ser essa?!?

Nada mais nada menos que o MAGNÍFICO GERADOR DE LERO-LERO! Isso mesmo, você escolhe a quantidade de frases e essa fabulosa ferramenta gera um texto completo nos dizendo nada mais nada menos que, NADA!
Eis o resultado gerado após a seleção de 20 frases:
“No entanto, não podemos esquecer que o novo modelo estrutural aqui preconizado promove a alavancagem dos paradigmas corporativos. É importante questionar o quanto a mobilidade dos capitais internacionais possibilita uma melhor visão global das regras de conduta normativas. É claro que o consenso sobre a necessidade de qualificação afeta positivamente a correta previsão da gestão inovadora da qual fazemos parte. Percebemos, cada vez mais, que o entendimento das metas propostas aponta para a melhoria das condições inegavelmente apropriadas. Pensando mais a longo prazo, a expansão dos mercados mundiais pode nos levar a considerar a reestruturação das condições financeiras e administrativas exigidas.”

Não é fantástico?!?

aaaa sim, o link. Eis o link para o fabuloso gerador de lero-lero:
http://www.geocities.com/padrelevedo/lerolero/lerolero.html

PS: Ganha três confeitos xá-xá, cinco big bigs, e um tamanco de pele de castor quem descobrir qual a semelhança entre o texto gerado pelo gerador de lero-lero, e o post que acabas de ler.


Ser ou ser… that’s the really fucking question

Setembro 28, 2008

Um grupo de amigos se junta todos os dias ao término de suas aulas da faculdade e retornam ao aconchego dos seus lares empoleirados no carro de um desses amigos. Cinco seres do sexo masculino após um dia inteiro de trabalho e pela noite aula, não poderiam deixar esse momento de confraternização incólume. Os pensamentos e teorias que surgem nesse automóvel não só evidenciam a personalidade de cada um, mas também exacerba curiosidades sobre a psique humana.

Depois de “tentar” escrever de forma culta e utilizar até um contraponto lingüístico “não só… mas também”, gostaria de dizer que o que rola no nosso transporte coletivo, não passa de mulher, cerveja e hum… vejamos, eu já falei mulher?? Bem já que mulher já foi citado, também surgem algumas teorias inusitadas, que beiram o esdrúxulo e foi um dos principais motivos para a criação desse maldito blog. Para tudo que falamos temos uma teoria a respeito. No momento que decidimos criar o blog (a idéia surgiu no interior do carro, como sempre) um dos colegas já se manifestou dizendo que deveriam ser no wordpress, essa era a exigência. Quando um de nós o argüiu para descobrir o motivo de tal decisão, o mesmo replicou de forma categórica: “Porque Blogspot é coisa de mIgUxO!”. O que leva alguém a tecer tal idéia? Talvez o próprio se apresente e a explane melhor aqui.

O fato é que à medida que cada um dos integrantes do carro for adentrando nesse blog, algumas regras serão confeccionadas objetivando evitar o mau uso do nosso bueiro coletivo, afinal o ato de bueirar não pode se tornar uma desordem. Sem dúvida uma das regras impostas será o correto uso da língua portuguesa. Com isso evidencio o meu repúdio aos que deliberadamente utilizam a linguagem escrita de forma leviana e irresponsável. Se você está no maldito Brasil, que fala a ainda mais maldita língua portuguesa e essa maldita língua tem algumas malditas regras, RESPEITE AS MALDITAS REGRAS!

Para estabelecer o bom uso do verbo bueirar, a conjugação do mesmo no tempo presente será apresentada a seguir.

Eu bueiro
Tu bueiras
Ele bueira
Nós bueiramos
Vós bueiras
Eles bueiram

Quem sabe num futuro próximo apresentamos os demais tempos verbais.

PS: Esse não é um blog culto ou sobre a literatura, porque tudo isso não passa de um lixo.


A origem de tudo vem do ócio

Setembro 26, 2008

O primeiro post deste blog foi escrito entre um “não tem nada pra fazer” e um “não tem ninguém pra azucrinar”.

Isso me parece uma breve descrição do que provavelmente este humilde diário virtual será.

PS: Para os desvirtuados que desconhecem o termo “azucrinar”, o mesmo se assemelha a “encher o saco”, “pertubar”, “pentelhar”, entre outros.