a segunda vez que te conheci

Dezembro 11, 2008
a segunda vez que te conheci

a segunda vez que te conheci

Com seu estilo despojado e simples de escrever, conteúdo erótico, por vezes beirando o pornográfico Marcelo Rubens Paiva lança seu mais novo livro: A segunda vez que te conheci. Raul é um jornalista que dedica imensa parte do seu tempo ao trabalho, tema bem comum no tempo em que vivemos, e dedica-se pouco às questões familiares e de sua esposa Ariela, uma filósofa de esteriótipo naturalista. Quando ela declara que deseja separar-se de Luiz uma nova jornada se inicia na vida do jornalista, que imeditamente se casa pela segunda vez e separa-se tempos depois. Com dois casamentos “fracassados” e demitido da revista em que trabalhava, por um chefe mais jovem e inexperiente, acaba acidentalmente se envolvendo com prostitutas, mas não como cliente e sim como agenciador das suas “meninas”, para completar sua primeira esposa ressurge, bem como alguns questões na cabeçade Raul. Apesar de tantas idas e vindas Raul nunca se curou totalmente da sua primeira separação e desde entãos e dedicou a leitura de livros sobre filosofia, fazendo incursões repetidas à questão do “não é que pode ser e do é que pode não ser”, além de defender que o “amor não acaba, se acaba não é amor”. Um livro sobre relacionamentos, mudanças no “ser” de cada um e na possibilidade da segunda chance.

Para quem já conhece a escrita de Marcelo Rubens Paiva de “Feliz Ano Velho” ou “Malu de Bicicleta” sabe que neste “A segunda vez que te  conheci” os palavrões e cenas de “putaria” não são um componente tão importante quanto nos anteriores, mas ainda assim me atrai bastante a forma como se trata os relacionamentos, sexo e amor… de forma crua, sem eufemismos, direta, chula na medida do que o sexo pode ser e com algum tom de delicadeza que pressupõe-se do amor (mais interessante ainda é como o chulo e o delicado podem trocar de papel rapidamente).


Revolucionando o modo de vida

Outubro 24, 2008

Li certa vez um auto-ajuda transvertido em romance, em minha opinião, chamado “Para onde foi meu futuro?!“. Confesso, gostei (apesar de não agradar mais o meu paladar intelectual hoje em dia)! Como tinha especificado em letras menores o público alvo, 17 anos, fui presenteado, em uma data não comemorativa, com este livro por possuir o atributo que me incluía nesse grupo. Mas o que chama a atenção é a pergunta do título. Será que é preciso saber onde se estará daqui a dez anos?

O que pode ser mais interessante? Será viver o presente pensando futuro, ou viver um futuro nostálgico? Curtir as brincadeiras de infância com os filhos, conversar com os amigos, fotos, entre outras coisas sempre são boas oportunidades para dar asas à nostalgia. Planejar uma viagem para que esta seja inesquecível é tentar controlar, de certa forma, o futuro.

Um balanceamento de vontades pode ser o ideal. Mas com o tempo tornamo-nos imediatistas. Queremos ver as coisas acontecendo na hora e lugar que queremos que aconteçam. Tenta-se controlar o futuro, mudar as coisas de lugar esperando que a batida da asa da borboleta (alguma atitude que fazemos) faça o caos que é desejado do outro lado do mundo (o resultado que queremos).

Em uma das obras de Chico Buarque existe um trecho que diz que queremos ter voz ativa e no nosso destino mandar, mas por sua vez chega a roda viva e manda o destino pra lá. Não podemos controlar esse tal de destino. Não posso prever se existirá saúde no dia seguinte pra que eu levante da cama e enfrente mais um dia de trabalho. Não podemos saber se quem está no poder nose deixará continuar a agir amanhã da forma que estamos agindo hoje.

Enquanto não descubro se viverei um presente do passado ou um presente pro futuro, vou deixando a vida me levar (como diria meu amigo Vrido: “Clichê detected!”) vivendo apenas o presente. Revolucionar a cada dia toda e qualquer teoria de como se deve viver (algumas coisas contra o Carpe Diem) contradizendo um dia em que vivemos contra cada outro. O desejo era de poder transmitir ao final desse post alguma mensagem que penetrasse na mente do leitor de forma a permitir que este saísse com respostas e não perguntas (talvez até usar frases prontas de outros autores, o que não falta são pessoas que dizem saber como se vive bem). Mas me lembro que “pra fazer a revolução a gente precisa mais do que uma frase de efeito”. Então, acho que meu papel foi feito por hoje.

E que se dane o destino!


I’m sick for my home

Outubro 15, 2008

Eis que somos humanos e temos em nós a necessidade de expor às pessoas nossas angustias, medos, revoltas… Dessa necessidade eu notei o quão intrigante são alguns temas. Certo dia em uma caverna marciana, conversávamos, eu e meus ‘eus marcianos’, sobre o ‘Ser ‘ diante do ‘Universo’ –seja ele sideral ou de suas idéias. Qual seria o propósito de nossa existência? Por que eu nasci? Eu já existi? Qual a sensação de não ser um ‘Ser‘ universal? Dentre essas perguntas cheguei a uma em particular: Como será o mundo após minha inexistência? Tentei então imaginar como seria a sensação de fim diante da morte que nos persegue. Quanto mais pensava, mais medo eu tinha. Tive a sensação de estar fora do meu corpo e ver toda a terra se distanciando e ficando cada vez distante… Fazia um silêncio doente, um nó apertava a garganta, eu estava só em um universo paralelo ao qual apenas eu pertencia e as pessoas que tanto amava ficavam distantes, distantes, distantes… Até eu não mais conseguir as enxergar-las e me banhar em uma piscina negra na qual existia apenas o frio e vácuo do universo. Nesse momento de pensamentos atribulados eu fui acordado por tambores que batiam num ritmo de nostalgia, aquela batida fez-me lembrar da minha infância, minha primeira bicicleta, meus grandes amigos que hoje estão espalhados pelo mundo -em sua maioria perdidos pela falta de instrução-, as brincadeiras, pião, pipa, pega, roda… E a medida que voltava daquela experiência a minha linha do tempo caminhava nítida e constante. Lembrei das paqueras, o primeiro beijo, casa da vó, primos reunidos fazendo algazarra e se divertindo, as conversas durante a madrugada, estórias de terror, uma casa antiga, uma casa mal assombrada, rodinhas de violão, luau na beira do mar, os primeiros shows, discos antigos que ouvíamos incansavelmente enquanto conversávamos, livros… Com isso aquela batida ficava cada vez mais intensa e então percebi que aqueles tambores eram na verdade meu coração disparado. Me acalmei, notei a boca seca, senti saudades de casa, da paisagem do sertão, do amanhecer e anoitecer mais lindo do mundo! Senti saudades dos meus pais, primos, tios e tias. Percebi então que sou sim um ser eterno, pois da minha perspectiva não existe inexistência, eu nunca a experimentei. O mundo existe para mim desde que eu existo e vai acabar quando eu não mais existir, isso é o bastante. Pensar em como será após meu fim não faz sentido, pois para mim eu não terei fim.


Um pouco de romantismo ao promíscuo bueiro

Outubro 8, 2008

Ultimamente tenho pensado sobre relacionamentos, mais especificamente homem-mulher que é a realidade em que vivo (nada contra os que vivem fora dessa esfera), é um papo meio estranho para se discutir numa roda de amigos, é o tipo de conversa que você tem com sua irmã, sua mãe, uma muito grande amiga ou guarda consigo mesmo (porque será que essa última é a mais comum?!).

É interessante como na realidade em que vivemos cada vez é mais comum escutar um “curta a vida”, “tire onda”, “prove de todas”, “pegue geral”, entre outras mais batidas ainda. MAS… o que acontece com um mochileiro quando ele conhece o mundo?? O que alguém com um verdadeiro espírito aventureiro faz quando já pulou de pára-quedas, fez rapel, escalou montanha, mergulhou com tubarões, fez safári na áfrica e até mesmo surfou em Boa Viagem?!?

Ou cai na depressão profunda, ou termina por procurar coisas mais simples e corriqueiras, do dia a dia, passa a curtir e apreciar coisas pequenas, pessoalmente acho mais interessante essa alternativa (não que isso seja uma questão de escolha).

As analogias utilizadas foram legais para ilustrar o cenário dos relacionamentos, o que fazer quando de repente você quer um cafuné especial, um dormir de conchinha, uma risada besta, um cinema em casa?!? Logo você que adora escalar montanha e pular de pára-quedas!

Destrinchando um pouco mais acabei olhando para o teto numa noite após exaustivo dia de trabalho e pensei em relacionamentos como em três estados básicos. Tesão, paixão e amor (essa palavra é difícil de escrever quando mais de falar). De repente me veio a ilustração perfeita do que seria cada uma delas, uma metonímia, o exemplo que se segue nada mais é do que a parte pelo todo.

Imagine você (sendo homem) e sua mulher se arrumando para sair para uma festa, ela se olhando no espelho pede para você fechar o zíper do vestido.

Tesão: Você fecha o zíper encaixa as mãos no quadril dela, beija pescoço, morde orelha,… as mãos??? É claro que já não estão mais nos quadris! Vira ela de frente pra você e… língua e todo o resto e nocaute. Ao término de tudo, desejo saciado vocês se ajeitam de fato e vão para a festa.

Paixão: Você fecha o zíper vagarosamente, envolve os quadris com sua mão, da uma sopradinha no pescoço, chama ela daquele apelidinho chupeta que você só chama quando não está na frente de ninguém (foda é quem chama esses  apelidinhos na frente de todo mundo… ainda posto sobre essas situações), faz biquinho, beijo, língua, etc… E a festa?!?!? Que festa? A festa é aqui, é agora!

Amor: Você fecha o zíper sem prestar muita atenção, olha no espelho junto com ela, diz como ela está bonita, dá uns beijinhos faz uma gracinha, um agarra agarra mais besta e… Você: “Pronto… vamos senão a gente se atrasa”, Ela: “Vamos… beijo!(outro)”, Você beija, saem de casa, você  fecha a porta e…. festa, social, amigos e mais tarde quem sabe sexo ou conchinha se chegarem tarde demais =P

Com isso não quero dizer que as três situações são mutuamente exclusivas, mas sim que amar é um relacionamento muito mais de dia a dia, singelo, besta e no fim das contas de maturidade do que de qualquer outra coisa. Se você conseguir os três numa mulher só… CASE!!!

Talvez esteja faltando um pouco disso em nós da geração “aproveite a vida”, faltando ir ao supermercado, passar na frente da prateleira de iogurtes e lembrar que a sua mulher (homem) gosta daquele iogurte e comprar, e pôr na sua geladeira sem fazer alarde nem embalar num papel e dar de presente como surpresa, comprar por simplesmente devotar carinho e atenção a essa pessoa.

E você? Vai escalar montanha ou comparecer ao almoço da família =PPP

PS: Os dois seria bem legal =D


6 verdades consoladoras acerca das fofoletes do cão

Outubro 6, 2008

Como abordado em um post anterior, a síndrome da fofolete do cão (SFC) volta e meia aterroriza os mais conhecidos e destacados “pegadores-de-mulher-gostosa” existentes em uma sociedade, seja ela qual for. Um dia, cedo ou tarde, aquele seu amigo pegador ou até mesmo você, será visto atracado com uma fofolete. E não, não será em uma briga.

Fofolete do cão, o retorno.

estou te sacando, gato!

Andei pensando sobre o drama que alguns colegas já passaram e ainda passam. Eu já passei. Decidi que devo ajudar à todos aqueles que hoje chamam um dragão de “meu amor”.

Decidi falar para todos aqueles amigos desesperados, que lutam ao tentar mostrar pro seu parceiro de balada que o gosto dele não é mais o mesmo. Em vão.

Cada vez que cogitei isso, de pronto já me aconselhavam:

- Fica na tua. Tu não tens nada a ver com isso.

- A “mulé” é feia, mas tu não vai chegar pro cara e dizer isso “né”?!

- E aquela baranga que tu pegou naquela festa? Ela era tão bonitinha…

Tomei coragem de usar de minha experiência e da experiência de meus pares para me juntar ao coro dos sem-gosto. Eles tem meu respeito.

Não abandonarei meus amigos. Nem abandonarei os amigos dos amigos dos meus amigos, enfim. Luto por uma causa nobre. E por isso irei enumerar aqui, algumas verdades nunca antes ditas sobre este tema estarrecedor, por assim dizer.

E que se faça a luz:

Faça-se a luz!

Faça-se a luz! cof cof

1.    A beleza é relativa/Quem ama o feio, bonito lhe parece.

É meu caro, é verdade. Porém, para isso existe o senso comum: se todo mundo diz que ela é feia acredite, ela é.

2.    Homem que é homem já pegou jaburú.

Não tem pra que dizer que foi o álcool. Um cabra-macho, mesmo sóbrio não deve desconsiderar aquela opção, pode ser ela ou a mão.

3.    Conhece um cara que só aparece com avião? Ele é viado.

Ou mentiroso. Mas nunca, NUNCA um autêntico comedor de vaginas. É tudo fachada, meu velho.

4.    O que importa é a beleza interior.

Sabe aquela feinha, mas que só pelo papo legal e pela simpatia, faz você considerar seriamente uma sessão de sexo ardente? Essas são perigosas, ô.

5.    Na relação bonito/feio o que importa é quantidade e não a qualidade.

Caro aspirante-a-cabra-macho, a experiência de um homem deve ser baseada na variedade dos fatos vividos. Um dragão, sempre é diferente do outro. E como você verá a seguir, se engana quem acha que para ter quantidade, é preciso abrir mão da qualidade.

6.     “Comer mulher feia é melhor que comer mulher bonita.”

A primeira vez que ouvi isso, na voz do ilustre Reginaldo Rossi, me pareceu um devaneio. Quando ouvir sua explicação, tudo fez sentido: Para uma mulher feia, esta vez pode ser a última, então ela se entrega de corpo e alma, lhe mostrando como uma verdadeira mulher deve ser na cama.

As feias precisam mostrar seu diferencial, e acredite… Na hora do boquete elas não estarão tão preocupadas em exibir o seu melhor ângulo.

WTF?

me possua, meu Homem.

É isso aí meu garoto, honre São Jorge. Ponha uma faca entre os dentes, e encare o dragão. E seja bem vindo ao mundo dos Homens.


E quando o tempo não permite?

Outubro 1, 2008

Trabalhador, estudante, autor de posts em blogs na internet. Comum encontrar esse tipo de pessoa hoje em dia no nosso querido, mas nem tanto, Brasil. Venho, por meio desta postagem, falar de uma coisa que todos reclamam por ter pouco, e mesmo que existisse mais, acreditem, seria insuficiente.

O que ocorre na maioria das vezes, ao menos comigo, é uma má organização do tempo. Em um comentário hoje no caminho para casa foi dito por um dos colegas: “Vou fazer um curso de administração do tempo, só falta arrumar tempo pra isso”.

O fato é definir prioridades e organizar-se de forma que, infelizmente, às vezes é inevitável deixar uma atividade de lado para se dedicar a outra.

Deveria, eu, estar estudando neste exato momento, mas queria mostrar para o querido leitor, você, um mau* exemplo de organização do tempo que se tem. Sou uma pessoa aberta a novas idéias, incentivador de atitudes, mas sem tempo para tomar café pensando na vida. Comer nas manhãs de trabalho em frente ao computador lendo os e-mails acumulados do dia e da noite anterior virou rotina.

Espero que o tempo me permita mais posts, anos de vida, e este bueiro aberto para transmitir as informações jogadas para o esgoto da internet.

Algumas observações que envolvem a boa e velha língua portuguesa:

* Para ajudar a diferenciar “mau” de “mal”. A palavra “mau” foi escrita com “u” pois é o contrário de “bom”, se fosse com “l” seria o contrário de “bem”. Não é correto dizer que sou “bem exemplo” e sim “bom exemplo”. Mas**, se você não sabia disso, não se preocupe, sempre é tempo de aprender.

** Prometo que paro nessa explicação. Utilizei o “mas” somente com “s”, pois se fosse com “is” representaria uma adição (ex: dois mais dois é igual a quatro). O “mas”, apresentado, é uma conjunção adversativa, podendo ser substituída por um “porém”, “contudo”, “entretanto”, etc.

Meu português não é perfeito, por muitas vezes posso falhar. Mas** enquanto que publicando algo que será transmitido para muitos, tento utilizar a linguagem formal até onde a sei. Caso algum dia o “miguxês” vire a língua oficial do país em que eu moro, passarei a aprendê-la e utilizá-la. Mas, por enquanto, continuo humildemente com o idioma que me foi passado por várias vezes durante a minha vida!


Post MacGyver… Ninguém sabe como um chiclete e um clipe dão origem a uma bomba atômica

Setembro 30, 2008

Encontro-me diante da máquina que denominamos computador, estou fazendo algumas das minhas atividades corriqueiras de trabalho, daí surge a indagação… Eu poderia bueirar, mas sobre o que falar? Nesse momento começo a refletir e não consigo imaginar absolutamente nada para postar nesse maldito blog. Entre um não pensar nada e um nada para falar surge a questão. “O que é necessário para manter um blog com posts freqüentes e interessantes”? That’s a good fucking question…

Um blog que baseia seu conteúdo em notícias é facilmente mantido, já que as mesmas surgem o tempo inteiro, ao blogueiro resta a “simples” tarefa de caçar e apresentar essas notícias.

Um outro blog que se baseia em bizarrices que surgem na internet, sem dúvida está ainda mais bem servido, afinal a quantidade de lixo gerado diariamente na internet é algo digno de admiração.

Blogs sobre temas filosóficos ou assuntos diversos são mais complicados, porque dependem do exercício criativo dos energúmenos que os mantêm. Apesar do grande bueiro não ser lá um blog filosófico, ou que faça análises profundas e confiáveis acerca do subconsciente humano, é um poço onde devemos despejar qualquer porcaria que nos venha a cabeça, o curioso é que isso deveria ser fácil. Mas acreditem caros ratos do bueiro, NÃO É! Basta ler este post em que conduzo você a perder bons minutos de sua vida prometendo algo que não vou cumprir. Não, eu não vou te contar o segredo para se ter sucesso com um blog.

Após o término de toda essa elucubração, gostaria de apresentar uma ferramenta extremante curiosa que descobri recentemente na gigantesca estação de esgoto que é a nossa querida internet (somos apenas uma parte desse imenso todo… apenas um humilde bueiro). E que ferramenta vem a ser essa?!?

Nada mais nada menos que o MAGNÍFICO GERADOR DE LERO-LERO! Isso mesmo, você escolhe a quantidade de frases e essa fabulosa ferramenta gera um texto completo nos dizendo nada mais nada menos que, NADA!
Eis o resultado gerado após a seleção de 20 frases:
“No entanto, não podemos esquecer que o novo modelo estrutural aqui preconizado promove a alavancagem dos paradigmas corporativos. É importante questionar o quanto a mobilidade dos capitais internacionais possibilita uma melhor visão global das regras de conduta normativas. É claro que o consenso sobre a necessidade de qualificação afeta positivamente a correta previsão da gestão inovadora da qual fazemos parte. Percebemos, cada vez mais, que o entendimento das metas propostas aponta para a melhoria das condições inegavelmente apropriadas. Pensando mais a longo prazo, a expansão dos mercados mundiais pode nos levar a considerar a reestruturação das condições financeiras e administrativas exigidas.”

Não é fantástico?!?

aaaa sim, o link. Eis o link para o fabuloso gerador de lero-lero:
http://www.geocities.com/padrelevedo/lerolero/lerolero.html

PS: Ganha três confeitos xá-xá, cinco big bigs, e um tamanco de pele de castor quem descobrir qual a semelhança entre o texto gerado pelo gerador de lero-lero, e o post que acabas de ler.


Ser ou ser… that’s the really fucking question

Setembro 28, 2008

Um grupo de amigos se junta todos os dias ao término de suas aulas da faculdade e retornam ao aconchego dos seus lares empoleirados no carro de um desses amigos. Cinco seres do sexo masculino após um dia inteiro de trabalho e pela noite aula, não poderiam deixar esse momento de confraternização incólume. Os pensamentos e teorias que surgem nesse automóvel não só evidenciam a personalidade de cada um, mas também exacerba curiosidades sobre a psique humana.

Depois de “tentar” escrever de forma culta e utilizar até um contraponto lingüístico “não só… mas também”, gostaria de dizer que o que rola no nosso transporte coletivo, não passa de mulher, cerveja e hum… vejamos, eu já falei mulher?? Bem já que mulher já foi citado, também surgem algumas teorias inusitadas, que beiram o esdrúxulo e foi um dos principais motivos para a criação desse maldito blog. Para tudo que falamos temos uma teoria a respeito. No momento que decidimos criar o blog (a idéia surgiu no interior do carro, como sempre) um dos colegas já se manifestou dizendo que deveriam ser no wordpress, essa era a exigência. Quando um de nós o argüiu para descobrir o motivo de tal decisão, o mesmo replicou de forma categórica: “Porque Blogspot é coisa de mIgUxO!”. O que leva alguém a tecer tal idéia? Talvez o próprio se apresente e a explane melhor aqui.

O fato é que à medida que cada um dos integrantes do carro for adentrando nesse blog, algumas regras serão confeccionadas objetivando evitar o mau uso do nosso bueiro coletivo, afinal o ato de bueirar não pode se tornar uma desordem. Sem dúvida uma das regras impostas será o correto uso da língua portuguesa. Com isso evidencio o meu repúdio aos que deliberadamente utilizam a linguagem escrita de forma leviana e irresponsável. Se você está no maldito Brasil, que fala a ainda mais maldita língua portuguesa e essa maldita língua tem algumas malditas regras, RESPEITE AS MALDITAS REGRAS!

Para estabelecer o bom uso do verbo bueirar, a conjugação do mesmo no tempo presente será apresentada a seguir.

Eu bueiro
Tu bueiras
Ele bueira
Nós bueiramos
Vós bueiras
Eles bueiram

Quem sabe num futuro próximo apresentamos os demais tempos verbais.

PS: Esse não é um blog culto ou sobre a literatura, porque tudo isso não passa de um lixo.


A origem de tudo vem do ócio

Setembro 26, 2008

O primeiro post deste blog foi escrito entre um “não tem nada pra fazer” e um “não tem ninguém pra azucrinar”.

Isso me parece uma breve descrição do que provavelmente este humilde diário virtual será.

PS: Para os desvirtuados que desconhecem o termo “azucrinar”, o mesmo se assemelha a “encher o saco”, “pertubar”, “pentelhar”, entre outros.